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sábado, abril 4, 2020
Carga Tributária

5 dicas para escolher o melhor regime tributário para startups

Escolher o melhor regime tributário para startups que estão começando a operar ou que já estão no mercado há algum tempo demanda dedicação.

Isso porque a análise tributária dessas organizações depende de uma estrutura totalmente adaptada, então como chegar ao melhor regime tributário sem correr o risco de tropeçar pelo caminho?

Regime tributário para startups: o pontapé inicial para as suas operações

A formalização do negócio sempre é a fase que mais demanda tempo e dedicação do empreendedor.

Nas startups, as coisas não são diferentes. Afinal, escolher o regime tributário mais adequado para um setor inovador, como é o caso das startups então, pode ser um verdadeiro desafio.

De qualquer forma, vale a dica prática de que, se o empreendedor opera sozinho, existem alguns modelos de regime tributário que podem atendê-lo melhor.

Lembrando que é necessário levar em consideração o faturamento da startup, assim como a possível insegurança desse faturamento.

A seguir, vamos ver outras 5 dicas para escolher o melhor regime tributário para startup e fugir das armadilhas da improvisação.

1. Conheça os modelos profundamente

Conheça os modelos de regime tributário vigentes para entender como eles funcionam e como a sua empresa se posiciona dentro das suas exigências.

 Hoje, os mais aplicados são, basicamente, o Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

2. Troque informações

Fale com empreendedores que aderiram ao modelo de regime tributário que mais se enquadra na sua situação e ouça deles os prós e os contras da modalidade.

3. Saiba como enquadrar as ideias inovadoras

Uma dificuldade dos contadores na hora de enquadrar as startups em suas categorias é que essas organizações funcionam sob perspectivas inovadoras, criativas e nem sempre há segmentação pré-definida para atender aos seus processos.

Dessa forma, o Simples Nacional pode ser interessante, uma vez que o próprio programa cuida de categorizar a empresa dentro das suas faixas, de acordo com a especificidade das suas operações.

4. Migre de acordo com o seu resultado

O Simples Nacional costuma ser o regime tributário para startups que acabaram de iniciar suas atividades.

Quando as operações têm início, fica mais fácil categorizar a empresa, recolher os tributos recomendados e se ambientar dentro das obrigações tributárias sem maiores dificuldades.

No entanto, há algumas startups de maior porte que logo passam a operar com muitos funcionários, podendo haver aumento de faturamento e, nesse caso, o melhor seria migrar para o regime tributário conhecido como Lucro Presumido.

O próximo nível diz respeito às startups em que as operações demandam muitos gastos ou há um faturamento mais expressivo e, nessa situação, o Lucro Real pode ser a melhor opção.

Esta modalidade de regime tributário é estabelecida com base nos gastos e faturamentos da empresa.

Sendo assim, o pagamento desse regime tributário para startups é feito de acordo com as possibilidades reais da empresa, evitando o pagamento de valores que não correspondem à situação.

5. Consulte um profissional

A dica mais importante, no entanto, diz respeito à análise minuciosa da situação. Isso porque o contador é quem lida diariamente com o assunto e é capaz de identificar mais facilmente as oportunidades que podem ser interessantes para a sua empresa.

Esse profissional é um aliado importante e pode ser o diferencial para o avanço da escalada dos seus negócios e a escolha do regime tributário mais adequado para a sua startup.

E se você quer saber mais sobre o assunto e se preocupa com a saúde da sua empresa, não se esqueça de se cadastrar para receber todas as nossas atualizações.

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